domingo, 26 de abril de 2009

Que nada...





Não tenho o sonho
na palma da mão.
Custa-me dizer-to
tão vulgarmente
que o tenho no coração.
Se acaso assim o vires...
(impossível de moldar)
por favor
enternece-te:
só assim é que o vejo
e a vida acontece-me.



8 comentários:

mié disse...

...tudo se transforma

e tu transformas belissimamente!

como a música.


e


enterneço-me sempre contigo
:)


um beijo muito terno Ana Paula

C o n t r a c e n a disse...

Paula, que bonito poema - (tão real).
"... por favor enternece-te..."

"Sem música a vida seria um erro." (já não me lembro quem disse isto)
Para mim, um facto!

Beijinho.
Fátima.

vbm disse...

Belíssimo nocturno!...

ele te dá o sonho
na palma da mão.

LORENZO MONSANTO disse...

Sabes, acho que já te disse, tenho muita dificuldade em comentar poesia...

A tua, acentua isso ainda mais.

Fabuloso, Ana Paula.

Beijinhos

casa de passe disse...

um 1º de Maio sem violência e tranquilo, com sol,
liberdade

e Musica

Um beijo da

NINI

Pedro Lopes disse...

ao som destes sons
momentos
e encontros

Nilson Barcelli disse...

Manífico poema cara amiga.
Gostei da objectividade das tuas palavras.
Bom fim de semana.
Beijos.

tiaselma.com disse...

Estou, aos poucos, descobrindo a sensível dona das palavras desse blog, aqui em forma de poesia.
Como não se enternecer?

Beijocas de Selma (tiaselma.com)

The Beggar Maid
Sir Edward Burne-Jones
Theseus in the Labyrinth
Sir Edward Burne-Jones

Obrigada!

Veio do aArtmus

Obrigada!

Veio do Contracenar

Obrigada!

Obrigada!

Dedicatórias

Todos os textos - À Joana e à Marta