terça-feira, 30 de agosto de 2011

30 de Agosto 2011

há pessoas que são assim e pessoas que são doutra maneira
mas tu não és assim nem és dessa outra maneira
eu que sei como tu és
no silêncio sepulcral
noto sempre a tua forma
e envolvo o correr do traço
que ocupa todo o teu espaço
por entre o desenho impresso
depois das folhas de chá
enfeitarem digo a alma

é líquida a tua forma
e splash! banho-me nela
tens flores? deita-me nelas

a forma só é possível
no ser que há no dentro dela

5 comentários:

JOSÉ RIBEIRO MARTO disse...

Que bonito poema , que bonito!

Um abraço , Poeta!
______ JRMARTo

Miguel Gomes Coelho (T.Mike) disse...

Que bom voltar a lê-la, Ana Paula.
Como sempre é bom o que escreve.
Um abraço.

César Ramos disse...

Mas que bem...

Ainda vim a tempo de apanhar este 30 de agosto perfumado com este poema!

Sou um sortudo e um azarado, pois ainda não me tinha dado conta deste espaço!

Segui o labirinto, e não me perdi.

Para alguma coisa servirá, o meu instinto pombo de orientação.

Até à próxima

Cumpts.
César Ramos

César Ramos disse...

... Elementar, meu caro burro! Você é asno! Então não se lembra de que já era seguidor deste blogue?

O facebook anda a indisciplinar a blogosfera...

e, eu sinto isso.

Mil desculpas, por esta distração.

Cumpts.
César Ramos

Ângela F. Marques disse...

mergulhei!

The Beggar Maid
Sir Edward Burne-Jones
Theseus in the Labyrinth
Sir Edward Burne-Jones

Obrigada!

Veio do aArtmus

Obrigada!

Veio do Contracenar

Obrigada!

Obrigada!

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